Jovem potiguar lança livro sobre gaslighting
Autor do Alto Oeste do RN transforma dor emocional em literatura e promove campanha coletiva para publicação da obra “Será Que Estou Louca?”
Natural de Marcelino Vieira, no Alto Oeste Potiguar, o jovem João Pedro Fontes, de apenas 23 anos, desponta no cenário literário ao unir sensibilidade, comunicação e experiência de vida em sua primeira obra: “Será Que Estou Louca?”.
Formado em Comunicação Social – Publicidade & Propaganda pela UFRN, João Pedro cultiva desde cedo a paixão pela escrita. Ainda no período escolar, foi incentivado pela professora Lana, do Colégio Contemporâneo, a submeter textos para concursos e publicações — estímulo que marcou definitivamente sua trajetória criativa.
Durante a graduação, o autor aprofundou suas raízes literárias e consolidou sua atuação profissional como redator publicitário, trabalhando atualmente como Social Media e Copywriter, com experiência em gestão de marcas, criação de campanhas e estratégias digitais.
A obra “Será Que Estou Louca?” nasce de um momento íntimo e profundo de questionamento sobre a própria sanidade. Em uma narrativa crua, direta e afirmativa, o autor desmonta o eu lírico para compreender os impactos emocionais de um relacionamento marcado pelo gaslighting — uma forma de abuso psicológico silencioso e devastador.
Mais do que um relato pessoal, o livro se apresenta como uma ferramenta de cura e enfrentamento, onde a escrita surge como ato de reconstrução emocional. A dor é transformada em arte, permitindo o resgate da autoestima, da identidade e da própria voz.
Entre vivências pessoais e profissionais, João Pedro constrói pontes entre comunicação, expressão humana e literatura, mostrando que até as experiências mais difíceis podem gerar transformação e renascimento.
Para tornar o projeto realidade, o autor lançou uma campanha de financiamento coletivo no APOIA.se, convidando o público a participar ativamente da jornada editorial do livro. A iniciativa busca viabilizar todas as etapas da publicação, incluindo revisão, design, impressão das primeiras cópias físicas e a produção de materiais audiovisuais complementares.
Mais do que publicar um livro, o projeto representa um gesto de cuidado coletivo e alcance comunitário, validando a urgência de discutir saúde mental, relações abusivas e reconstrução afetiva. A campanha transforma uma experiência pessoal em um convite à escuta, ao acolhimento e à cura — para quem ainda se sente perdido, mesmo dentro da própria cidade.





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