Miguel Bruno
A Riqueza Cultural de Extremoz: Uma Viagem no Tempo
Das origens indígenas à pluralidade contemporânea, Extremoz é um berço cultural vivo no Rio Grande do Norte.
Falar sobre a cultura de Extremoz é embarcar em uma verdadeira viagem no tempo. A história começa em 1760, ainda no século XVIII, quando a antiga Aldeia do Guajiru se tornou a Vila Nova de Extremoz, a primeira do estado do Rio Grande do Norte. Quando as missões religiosas chegaram à região, se depararam com uma riqueza natural impressionante, guardada e cultivada pelas etnias Tupi e Paiacu.
Os costumes e a ancestralidade desses povos indígenas nos ajudam a entender de forma concreta de onde vem a vasta riqueza cultural que Extremoz ostenta até hoje. A herança desses primeiros habitantes está enraizada nas tradições, no folclore e na identidade de seu povo.
Após sua emancipação política em 4 de abril de 1963, a cidade de Extremoz continuou seu crescimento populacional e cultural. A pluralidade de sua gente se expandiu à medida que a cultura se mantinha viva e em constante evolução. Cada novo morador, cada nova geração, contribui para manter a cultura local vibrante e cada vez mais rica.
A cidade de Extremoz é um forte e inspirador berço cultural, servindo de exemplo para municípios vizinhos. É como se cada filho desta terra nascesse com a cultura pulsando em suas veias, fazendo de Extremoz um modelo de diversidade, riqueza e união.




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