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Extremoz,20/05/2026

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    Médico descarta bactéria em caso de menina

    Especialista aponta que quadro clínico de criança em Natal é mais compatível com infecção viral do que com contaminação por detergente.


    Médico descarta bactéria em caso de menina

    O caso da menina Maria Clara Silva, de 10 anos, internada em Natal após apresentar graves lesões na pele, ganhou um novo desdobramento nesta segunda-feira (18). O infectologista potiguar Kleber Luz afirmou considerar “quase impossível” que o quadro clínico tenha relação com a bactéria investigada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária em lotes de detergente.

    Segundo o especialista, as manchas apresentadas pela criança não são compatíveis com infecções causadas pela bactéria Pseudomonas aeruginosa, citada em alerta sanitário recente. De acordo com ele, os sintomas observados indicam maior compatibilidade com um quadro de Parvovirose, doença causada pelo parvovírus B19 e comum na infância.

    “A chance de ser a bactéria relacionada ao detergente é quase impossível. As lesões provocadas por esse tipo de bactéria costumam apresentar coloração escura, o que não foi observado neste caso”, explicou o médico.

    A situação ganhou repercussão após a mãe da criança, Tatiana Silva, relatar que os sintomas surgiram cerca de 40 minutos após o uso de um detergente da marca Ypê, pertencente a um dos lotes citados no alerta da Anvisa sobre possível contaminação microbiológica.

    O caso segue em investigação e reforça a importância de avaliação médica criteriosa antes de associar sintomas a produtos ou agentes específicos.




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