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Rogério Marinho é o único senador que falta aos dois turnos da votação da PEC da Segurança Pública

Foto do escritor: Jhonnathan Malveira
Jhonnathan Malveira
há 3 dias
2 min de leitura

Rogério Marinho (PL-RN) não participou dos dois turnos de votação da PEC da Segurança Pública, aprovada por unanimidade no Senado.


FOTO: Tânia Rêgo/Agência Brasil
FOTO: Tânia Rêgo/Agência Brasil

O senador Rogério Marinho (PL-RN) não participou de nenhuma das duas votações da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública, realizada na terça-feira (3), no Senado Federal. O parlamentar potiguar foi o único entre os senadores ausentes que não compareceu nem ao primeiro nem ao segundo turno de votação.


A proposta foi aprovada por unanimidade nas duas etapas. Na primeira votação, foram registrados 73 votos favoráveis e nenhum contrário. Já no segundo turno, o texto recebeu 75 votos a favor, também sem manifestações contrárias.


De acordo com o levantamento divulgado pelo jornal Estadão, seis senadores não participaram da primeira votação. Além de Rogério Marinho, ficaram ausentes Carlos Portinho (PL-RJ), Giordano (Podemos-SP), Jorge Seif (PL-SC), Magno Malta (PL-ES) e Omar Aziz (PSD-AM).


No segundo turno, quatro parlamentares não compareceram: Dra. Eudócia (PSDB-AL), Luis Carlos Heinze (Progressistas-RS), Astronauta Marcos Pontes (PL-SP) e novamente Rogério Marinho (PL-RN).


Rogério Marinho foi o único senador ausente nas duas sessões, enquanto os demais parlamentares que não participaram da primeira ou da segunda votação estiveram presentes em pelo menos uma das etapas.


O que prevê a PEC da Segurança Pública?


A Proposta de Emenda à Constituição aprovada pelo Senado promove mudanças na estrutura da segurança pública brasileira. Entre os principais pontos, está a inclusão do Sistema Único de Segurança Pública (Susp) na Constituição Federal, além do fortalecimento da integração entre União, estados e municípios.


O texto também prevê medidas para ampliar o enfrentamento às organizações criminosas e reforçar a atuação conjunta das forças de segurança.


Com a aprovação nas duas votações, a PEC segue para promulgação pelo Congresso Nacional.


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