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Extremoz,26/04/2026

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    Fisioterapia ajuda crianças com câncer

    Tratamento auxilia na recuperação física e melhora a qualidade de vida durante a quimioterapia.


    Fisioterapia ajuda crianças com câncer

    O tratamento com quimioterapia é uma das principais armas no combate ao câncer infantojuvenil, mas também traz desafios importantes para o desenvolvimento e bem-estar de crianças e adolescentes. Nesse contexto, a fisioterapia oncológica surge como uma aliada fundamental na recuperação e na melhoria da qualidade de vida dos pacientes.

    Entre os efeitos colaterais mais comuns da quimioterapia estão fadiga, dor, fraqueza muscular, neuropatia periférica e redução da capacidade cardiorrespiratória — fatores que podem comprometer significativamente a funcionalidade dos pacientes durante o tratamento.

    Atendimento individualizado e foco na recuperação

    A atuação do fisioterapeuta começa com uma avaliação detalhada e individualizada, levando em consideração o tipo de tumor, o estágio da doença, o tratamento adotado e as condições clínicas de cada paciente.

    A partir disso, é elaborado um plano terapêutico com exercícios de fortalecimento muscular, alongamentos, atividades de coordenação motora, equilíbrio e práticas lúdicas, essenciais para o público infantil. O objetivo é preservar e recuperar as capacidades físicas afetadas pelo tratamento e pelos períodos de internação.

    Redução da dor e melhora da energia

    A fisioterapia também desempenha papel importante no controle da dor e da fadiga, sintomas frequentes e debilitantes durante a quimioterapia.

    Com técnicas específicas e exercícios aeróbicos de baixa a moderada intensidade, é possível melhorar os níveis de energia e reduzir a percepção da dor, permitindo que crianças e adolescentes mantenham maior autonomia nas atividades diárias e participação social.

    Prevenção de complicações respiratórias

    Outro ponto importante é a atuação preventiva na saúde respiratória. Pacientes oncológicos podem apresentar maior risco de infecções devido à imunossupressão, o que torna essencial o acompanhamento fisioterapêutico.

    Exercícios respiratórios contribuem para melhorar a função pulmonar e reduzir complicações, fortalecendo o organismo durante o tratamento.

    Qualidade de vida e desenvolvimento

    A inclusão da fisioterapia no plano de tratamento de pacientes com câncer vai além da reabilitação física. A prática contribui diretamente para o desenvolvimento motor, a autonomia e o bem-estar emocional.

    Com uma abordagem humanizada e integrada, a fisioterapia ajuda a tornar o processo de tratamento mais leve e eficaz, promovendo uma recuperação mais completa e melhor qualidade de vida para crianças e adolescentes.




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